
Assessoria de Comunicação do Confap - 25/02/2010
Primeiros debates do evento levantam importantes questões sobre a necessidade de fortalecimento de parcerias, políticas específicas de CT&I e tradução das atividades do setor para a sociedade.
O Fórum Nacional Consecti-Confap começou com as boas-vindas da mesa de abertura, que já demonstrou intenção de debater e apontar importantes questões, estratégias e políticas para o desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação no país.
Entre as autoridades convidadas para a apresentação estavam o vice-governador do Rio Grande do Norte, Iberê Ferreira de Sousa, o secretário executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia, Luiz Antônio Elias, o presidente do Confap, prof. Mario neto, o presidente do Consecti, Renê Barreira, o presidente do CNPq, Carlos Aragão, o presidente do Fórum Municipal, Sílvio Passos
Na abertura do evento, foram citados os principais tópicos de discussão do Fórum, como as preparações para a 4ª Conferência Nacional de CT&I, a ser realizada em maio, em Brasília, a relação com as agências de fomento, além do tema escolhido em termos da transversalidade da ciência e tecnologia: sua ligação com a saúde.
Nas falas dos componentes das mesas dos debates desta manhã, pôde-se perceber as questões mais polêmicas ou mais centrais para os gestores do setor. O presidente do Confap, por exemplo, citou uma das lutas dos gestores da área que vem tendo resultado: convencer a sociedade de que CT&I são elementos fundamentais para o dia-a-dia da população. Ele também mencionou as duas interações mais importantes e por que lutam órgãos como o Confap: “é muito importante a articulação dos sistemas estaduais entre si, e também deles com o sistema federal, representado aqui pelo Secretário Executivo do Ministério e pelo presidente do CNPq.
O Secretário Executivo, Luiz Antônio Elias, destacou, em sua fala, a importância do ano de 2010 para o Ministério da Ciência e Tecnologa. “Este ano, completamos 25 anos de existência, e também teremos o maior orçamento da história para o setor, R$ 7,3 bilhões.” Ele também frisou a missão do ministério de superar as barreiras que impedem o desenvolvimento nacional e a distribuição de renda.
Além da mesa de abertura, houve também palestras sobre a temática da 4ª Conferência Nacional de CT&I, sobre a importância dos municípios no evento, e, finalmente, sobre a ciência e tecnologia fora do eixo Rio-SP.
